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Os nomes de Deus IV

Jeová-Nissi

“E Moisés edificou um altar e lhe chamou: O SENHOR É Minha Bandeira” (Ex 17.15).

Essa passagem também tem seu significado dentro do contexto da aliança feita por Deus com o povo de Israel. O texto apresenta uma batalha que ocorreu no período da peregrinação de Israel no deserto. Israel peleja contra Amaleque. O resultado da batalha teve como vencedor Israel. É evidente que a vitória não foi mérito de Israel, mas de Deus, pois Moisés, seu representante, sobe ao monte e estende sua mão sobre o povo, e ao abençoar a Israel, esse prevaleceu na batalha. Tal situação é descrita no verso 14 “Então, disse o SENHOR a Moisés: Escreve isto para memória num livro e repete-o a Josué; porque eu hei de riscar totalmente a memória de Amaleque de debaixo do céu”. Deus pede a Moisés que repita a Josué a promessa de Deus: “porque eu hei de riscar totalmente a memória de Amaleque de debaixo do céu”, é nítido o objetivo de Deus, mostrar a Josué que o Senhor pelejaria por Israel na conquista da terra de Canaã. Essa ideia permeia todo o período da conquista da terra prometida sob a liderança de Josué, pois um povo que era escravo, acostumado com enxadas, pás, ancinhos, etc, conquista uma terra de povos acostumados à batalha, logo a conquista se dá pela fidelidade e poder do Senhor e não pela capacidade bélica de Israel. Assim Israel podia declarar: “O SENHOR É Minha Bandeira” (Ex 17.15). Quando nos submetemos ao Senhor e fazemos parte do Reino de Deus “O SENHOR É Minha Bandeira”.

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